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21 de setembro de 2009

948. Record

Até gostava de «A Bola», mas depois o «Record» adotou o acordo ortográfico: a seleção, os jogos em direto e os objetivos e o principal atrativo do jogo.

2 de março de 2009

688. Ortografia

«devemos congratular-nos por possuirmos agora ortografia muito simplificada, que, respeitando a história da língua e o seu desenvolvimento gradual, dá á grande maioria das palavras, exteriorização gráfica adequada, e irmana em mérito com a castelhana e italiana.»

Carolina Michaëlis de Vasconcellos, 1911.

1 de março de 2009

682. Ortografia

«A origem do lh e nh não está esclarecida. Como estas formações aparecem no provençal, lingua com documentos litterarios anteriores aos portugueses, suppõe-se ter havido aqui imitação. Se assim foi, póde a introducção ser devida a um grupo de letrados influentes ou a empregados da chancellaria real, conhecedores da lingua d'oc, que insensivelmente applicassem a ortographia daquelle idioma ao português. Mais provavel, porém, é que as combinações tivessem sido inventadas em Portugal, pois que o h marcava sempre o hiato que também era representado por um i, de que são exemplo as seguintes palavras: sabham, cambho, Pauha, limpho, legumha, ademha, mha, tehor, etc. Ora, além das letras indicadas, temos ainda o l e o n em que se dava o mesmo, mas que só junto desses signaes se tenha fixado o h deve-se ao facto das combinações representarem sons que não havia no latim e que era necessario fazer perceber ao leitor português.»

A respeito da antiga ortographia portuguesa, Pedro d'Azevedo, Revista Lusitana, Volume VI, 1900-1901.

19 de janeiro de 2009

597. Ortografia

A Assembleia Legislativa do Estado do Acre implementa o acordo ortográfico retirando o acento de Assembléia.

25 de dezembro de 2008

554. MMD anos

Lupus arguebat vulpem furti crimine; negabat illa se esse culpae proximam. Tunc judex inter illos sedit simius. Uterque causam cum perorassent suam, dixisse fertur simius sententiam: «Tu non videris perdidisse quot petis; te credo subripuisse quod pulchre negas.»

O lobo dix k a rapoza o tinha roubado mas ela dix k n. Um makako resolveu a questau e dix k n akreditava k o lobo tivesse sido roubado e k acreditava k a rapoza tinha roubado alguma koiza.

3 de agosto de 2008

336. Camões

Prémio Camões (1989-2008):
Portugal: 9
Brasil: 8
Angola: 2
Moçambique: 1

População (2008):
Brasil: 191 908 598
Moçambique: 21 284 701
Angola: 12 531 357
Portugal: 10 676 910

26 de julho de 2008

318. Acordo

Estou de acordo com o acordo. Acho ótimo. Acho mesmo joia. Até apetece uma sanduíche de linguiça. Mas está tudo aqui, num site estrangeiro. Apenas fico um pouco desapontado com as escassas regras sobre a utilização da ênclise e da tmese. Mas sou eu, que sou uma pessoa que sou um bocado proclítica.

16 de julho de 2008

298. Trocadilhos

Lista de lojas com trocadilhos no nome: Best Week Ever.

20 de maio de 2007

103. Português

«A língua portuguesa não nasceu ao mesmo tempo em todo o enorme espaço que hoje ocupa, mas num pequeno território do canto noroeste da Península Ibérica, de onde se expandiu na direcção do sul. Foi seu berço a Galécia Magna (que inclui a Galiza actual, parte do norte de Portugal e o ocidente das Astúrias). Não nasceu, como pensavam Alexandre Herculano e Leite de Vasconcelos, no centro de Portugal; não nasceu na Lusitânia, mas mais a norte, num território que vai continuadamente desde a Corunha, no extremo setentrional da Galiza, até à ria de Aveiro e ao vale do rio Vouga, que nela desagua. A população nativa, galega ou portuguesa, deste território fala a mesma língua que os seus antepassados nunca deixaram de aí falar. Coisa que um lisboeta não pode orgulhar-se: um lisboeta nativo, descendente de muitas gerações de habitantes da capital ou do sul do país, fala uma língua que não é autóctone e não descende do latim aí falado no tempo do Império Romano, mas que foi transplantada a partir da Galécia Magna após a reconquista cristã. Exactamente como a língua falada no Rio de Janeiro ou em Maputo foi para aí transportada a partir de Portugal.»

In Introdução à História do Português, Ivo Castro, 2006.