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8 de maio de 2011
16 de fevereiro de 2011
13 de fevereiro de 2011
6 de maio de 2007
7 de abril de 2007
66. Horários
O totalitário Bloco de Esquerda propôs na Assembleia da República o encerramento das grandes superfícies comerciais ao domingo (Projecto de Lei n.º 329/X/2).
«Equilibrando-se as pretensões meramente economicistas com o direito ao lazer dos trabalhadores dessas grandes superfícies, e, não menos importante, traz aos pequenos e médios comerciantes um contributo numa luta concorrencial à partida desigual, tendo estes, por via desta proposta, melhores condições para o auxílio à revitalização dos centros das nossas cidades e vilas, com tudo o que isso necessariamente significa no incremento da nossa qualidade de vida.»
Sobre o primeiro ponto (lazer dos trabalhadores), Luís Fazenda, João Semedo, Francisco Louçã, Fernando Rosas, Cecília Honório e Mariana Aiveca, decerto nunca ouviram falar do trabalho por turnos. Os serviços públicos como hospitais, forças de segurança, forças militares, etc., funcionam também aos fins de semana. E os trabalhadores desses serviços têm os seus dias de descanso, como todos os outros.
Quanto ao segundo (revitalização dos centros das «nossas» cidades e vilas), não entendo como irá ocorrer essa revitalização com o comércio encerrado. Os «pequenos e médios comerciantes» não são, infelizmente, uma dinâmica força viva das «nossas» cidades. São antes empresas «a prazo» que agonizam sem iniciativa. Encerram todos os dias às 19 horas e entre as 13 horas de sábado e as 9 horas da manhã de segunda-feira. Não entendo qual é a relação entre o funcionamento do comércio de grandes superfícies ao domingo e a sobrevivência do pequeno comércio - que está encerrado ao domingo.
A proposta do Bloco de Esquerda parece mais uma daquelas medidas que são boas para o povo, sem o povo saber. Mas qual é a necessidade de chatear o povo? Deixem-nos ir às compras ao domingo. Por favor.
«Equilibrando-se as pretensões meramente economicistas com o direito ao lazer dos trabalhadores dessas grandes superfícies, e, não menos importante, traz aos pequenos e médios comerciantes um contributo numa luta concorrencial à partida desigual, tendo estes, por via desta proposta, melhores condições para o auxílio à revitalização dos centros das nossas cidades e vilas, com tudo o que isso necessariamente significa no incremento da nossa qualidade de vida.»
Sobre o primeiro ponto (lazer dos trabalhadores), Luís Fazenda, João Semedo, Francisco Louçã, Fernando Rosas, Cecília Honório e Mariana Aiveca, decerto nunca ouviram falar do trabalho por turnos. Os serviços públicos como hospitais, forças de segurança, forças militares, etc., funcionam também aos fins de semana. E os trabalhadores desses serviços têm os seus dias de descanso, como todos os outros.
Quanto ao segundo (revitalização dos centros das «nossas» cidades e vilas), não entendo como irá ocorrer essa revitalização com o comércio encerrado. Os «pequenos e médios comerciantes» não são, infelizmente, uma dinâmica força viva das «nossas» cidades. São antes empresas «a prazo» que agonizam sem iniciativa. Encerram todos os dias às 19 horas e entre as 13 horas de sábado e as 9 horas da manhã de segunda-feira. Não entendo qual é a relação entre o funcionamento do comércio de grandes superfícies ao domingo e a sobrevivência do pequeno comércio - que está encerrado ao domingo.
A proposta do Bloco de Esquerda parece mais uma daquelas medidas que são boas para o povo, sem o povo saber. Mas qual é a necessidade de chatear o povo? Deixem-nos ir às compras ao domingo. Por favor.
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